terça-feira, julho 29, 2008

Palácio Mateus


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VILA REAL (Portugal): Palácio Mateus.

O edifício barroco é da primeira metade do século XVIII. Foi mandado construír por António José Álvares Botelho Mourão, terceiro morgado de Mateus. O projecto é atribuído ao arquitecto italiano Nicolau Nasoni.

terça-feira, julho 15, 2008

domingo, julho 13, 2008

A Tempestade

Giorgione (c. 1508)

Este é talvez um dos quadros mais misteriosos de toda a história de arte. Ninguém até agora conseguiu identificar o tema desta pintura, embora tenham sido apresentadas muitas teorias. Em 1530 este quadro foi descrito como «Paisagem em tela com tempestade, ciganas e soldado». Alguns especialistas sugerem que em vez da cigana teremos a Virgem Maria com o menino. Mas, a ser assim, como explicar a sua nudez? Outros, aventam que se trata de uma alegoria pastoril, com a tempestade ao fundo representando a Fortuna, sempre imprevisível e incerta… Uma análise do quadro através de raios X mostra que a figura do soldado, ou pastor, foi pintada por cima de outra figura feminina despida, o que contribui para adensar mais o mistério. Toda a pintura está embrenhada de elementos de forte simbologia: a cegonha, a serpente, os pilares quebrados (referência a Sansão e à sua força), etc. O autor do quadro, Giorgione, teve uma existência muito curta. Morreu aos 32 anos, com a peste que regularmente assolava a cidade de Veneza pelo Verão. Todavia, apesar de poucos quadros lhe serem inegavelmente imputados (apenas cinco!), granjeou uma fama inolvidável. Esta pequena pintura “A Tempestade” inaugurou de forma revolucionária a chamada pintura de paisagem. O espantoso cenário não constitui apenas um fundo onde se movimentam as personagens. A paisagem tem existência própria e a luz está impregnada do tom sobrenatural que caracteriza uma tempestade.

sexta-feira, julho 11, 2008

Catedral de Santander


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SANTANDER (Espanha): Catedral de Santander. A actual Catedral (Catedral de Nossa Senhora de Assunção) está formada por duas igrejas sobrepostas de estilo gótico. A inferior foi construída no primeiro terço do século XIII e a outra nos restantes anos do mesmo século. Grande parte teve de ser reconstruída depois do grande incêndio de 1941.

domingo, julho 06, 2008

Dormitório do Mosteiro de Alcobaça


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ALCOBAÇA (Portugal): Dormitório do Mosteiro de Alcobaça.

O dormitório medieval era um espaço único, ficava virado a Este, para ter sol logo de manhã, os catres estavam separados por divisórias baixas, e os monges dormiam vestidos. Nos finais do séc.XVI, o dormitório medieval foi dividido, deixando a nave central como corredor de acesso aos quartos nas duas naves laterais.

quarta-feira, julho 02, 2008

Ponte de São Gonçalo


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AMARANTE (Portugal): Ponte de São Gonçalo.

Esta ponte foi reconstruída em 1782, depois de se ter desmoronado parcialmente a ponte existente, nas cheias de 1763. O projecto foi de Carlos Amarante, e abriu ao trânsito em 1790. No ano de 1791 completaram-na com quatro obeliscos, apoiados sobre esferas, que assinalam os extremos da ponte. Os pilares, com contrafortes de planta triangular, dão origem a quatro miradouros semicirculares, com bancadas em pedra.
Em 1809, esta ponte foi alvo de um acontecimento marcante, resultante das invasões francesas.

domingo, junho 29, 2008

sexta-feira, junho 27, 2008

A Leoa Ferida

Anónimo - Século VII a. C.

(Londres, British Museum)

Na arte, os assírios inspiraram-se fortemente nas realizações sumérias, todavia reinterpretaram-nas e deram-lhes um carácter próprio. Nos baixos-relevos, as caçadas régias aos leões são um tema recorrente para a glorificação pessoal do monarca. Destes, sempre me impressionou esta imagem da leoa moribunda, do palácio de Assurbanipal, que possui (como diz H. W. Janson) “uma inesquecível grandeza trágica”. A rigidez das patas traseiras, devido à espinha quebrada, revela uma atenta observação por parte do artista, certamente familiarizado com estas caçadas. Este, apesar de não reproduzir com total exactidão anatómica o animal, captou com uma expressividade impressionante a sua agonia. A leoa, apesar de ferida de morte, arrasta-se ainda a rugir, pronta a atacar. As curvas fluidas traduzem notavelmente o movimento do animal.

terça-feira, junho 24, 2008

Rua de Santa Maria


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A Rua de Santa Maria é uma rua de origem medieval no centro histórico de Guimarães, que presentemente liga a Praça da Oliveira ao Largo do Carmo.
Foi durante muitos séculos a mais importante rua de Guimarães e onde morava a maioria da sua elite.