
Um estranho fenómeno ocorreu por volta de 1212, quando um pastorinho de Vendôme, no Noroeste de França, chamado Stephen, arrastou atrás de si um grupo numeroso de crianças para combater na Terra Santa, variando em idade dos seis anos para a maturidade. Deixaram os arados, os rebanhos, e qualquer outra coisa que estavam fazendo. Não ligaram ao apelo dos pais para que se retirassem da louca aventura. Quando lhes perguntavam para onde se dirigiam, respondiam: "Para Deus!". Por onde passavam recebiam esmolas e bênçãos. Chegaram a Marselha mais de 30.000 rapazes e raparigas.
Aqui, dois mercadores (Hugo Ferreus e William Porcus) ofereceram-se para os transportar a Jerusalém. Sete navios partiram imediatamente. Dois destes afundaram-se nas costas da Sardenha, os outros chegaram ao Egipto, onde foram vendidos como escravos pelos 'beneméritos' mercadores que os transportaram.
Mais tarde, à guisa de consolação, o imperador Frederico II mandou enforcar estes mercadores.
Um fenómeno similar ocorreu, pela mesma altura, na Alemanha, em que um jovem adolescente de Colónia (Nicholas) terá reunido à sua volta mais de 20.000 rapazes e raparigas. Atravessaram os Alpes entoando cânticos. Este exército já estava consideravelmente diminuído quando chegou a Brindes. O bispo da região teve o bom senso de impedir o seu embarque e poupá-los à mesma sorte que os franceses.
Muitos acreditavam ver nestes movimentos de jovens o caminho que os adultos deveriam seguir.
Para saber mais!

Está a decorrer, no México, um curioso match de xadrez entre dois dos 'meninos' prodígio da actualidade: Sergey Kariakin, o xadrezista mais novo da história a conseguir o título de GM e o norte-americano de origem japonesa Hikaru Nakamura que, aos 16 anos, acaba de se consagrar campeão absoluto dos EUA.
Fiquei completamente siderado com este filme de Zhang Yimou que está imbuído de uma beleza quase indescritível. Um mundo de sonho, em que tudo - a coreografia, a fotografia e os movimentos de câmara - nos transporta num enleio mítico de tal forma belo e imponente (uma espécie de "Senhor dos Aneis" oriental) que nos deixa completamente prostrados, principalmente quando somos apanhados desprevenidos.
A FIDE decretou oficialmente o ano de 2004 como o ano de Tigran Petrosian.
Spike Lee é sempre interessante e surpreendente nos registos a que nos habituou. Contudo, associávamos o seu trabalho em prole de uma causa – a discriminação racial da comunidade negra norte-americana.
