
Estranha-se o recente interesse desmesurado dos árabes pelo Xadrez, nomeadamente pelo xeque Mohammed al-Maktoum do Dubai (Emirados Árabes Unidos), que se propõe patrocinar o match Garri Kasparov / Rustam Kasymdzhanov e construir uma cidade do Xadrez. Tanto mais se estranha este inusitado interesse, porque ainda há bem pouco tempo o xadrez era proibido em alguns países muçulmanos, como por exemplo o Irão.
Todavia, não nos devemos esquecer que quem introduziu o xadrez na Europa (através da Península Ibérica) foram justamente os muçulmanos.
Sobram ainda algumas célebres iluminuras que ilustram árabes a jogar com cristãos no tempo de Afonso X (o Sábio).
O xadrez foi muito popular no mundo islâmico, até cair de certo modo em desgraça devido ao uso de figuras e representações, proibidas pela religião islâmica.
Curiosamente, por volta do século X, o Xadrez também era mal visto pela Igreja Católica, provavelmente pelo uso de dados, que eram utilizados para determinar a vez ou a peça a jogar, o que colocava o Xadrez na categoria de jogos de azar e assim incorria-se na prática pecadora de jogar.
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Inspirado no massacre de Columbine, este inquietante filme de Gus Van Sant mostra-nos, de uma forma 'voyeurista', a vacuidade das vidas dos adolescentes e as consequências trágicas que por vezes origina.
Todos aqueles que se interessam pela exploração espacial seguiram com interesse e emoção a recolha 'holliwoodesca' da cápsula que trazia uns microgramas de vento solar.
Foi algo relutantemente que me deixei convencer pelo meu filho de oito anos a acompanhá-lo ao cinema para ver o mais recente filme do “Spider-Man”.
Nos Países Baixos, no séc. XVII, contrariamente ao que sucedia na Itália, França, ou mesmo na vizinha Flandres, os pintores não recebiam encomendas para as igrejas (devido ao protestantismo) e raramente trabalhavam para os palácios. Aquilo que se encomendava, com alguma frequência, eram os retratos. Daí que grande parte das obras de pintura holandesa, deste período, sejam retratos.