Inspirado no massacre de Columbine, este inquietante filme de Gus Van Sant mostra-nos, de uma forma 'voyeurista', a vacuidade das vidas dos adolescentes e as consequências trágicas que por vezes origina.Este tipo de acontecimentos, em que um jovem ou pequeno grupo de jovens resolve divertir-se matando a eito quem lhe apareça pela frente, só é possível na completa anarquia em que se transformou a hierarquização de valores das novas gerações.
Se juntarmos a tudo isto a facilidade de adquirir armas (nos EUA) e de levar a cabo as intenções mais sinistras, temos a combinação explosiva para que aconteçam este tipo de fenómenos.
A tentativa de colar a tragédia à humilhação e à desintegração que os autores do massacre tinham dentro da escola, parece-me demasiado simplista. Excluídos sempre houve no terrível meio escolar que compreende estas faixas etárias, mas não é por acaso que este tipo de reacção se registou apenas nos últimos anos.
Todos aqueles que se interessam pela exploração espacial seguiram com interesse e emoção a recolha 'holliwoodesca' da cápsula que trazia uns microgramas de vento solar.
Foi algo relutantemente que me deixei convencer pelo meu filho de oito anos a acompanhá-lo ao cinema para ver o mais recente filme do “Spider-Man”.
Nos Países Baixos, no séc. XVII, contrariamente ao que sucedia na Itália, França, ou mesmo na vizinha Flandres, os pintores não recebiam encomendas para as igrejas (devido ao protestantismo) e raramente trabalhavam para os palácios. Aquilo que se encomendava, com alguma frequência, eram os retratos. Daí que grande parte das obras de pintura holandesa, deste período, sejam retratos.
Ainda não fui ver (nem sei se irei) o filme “Tróia”. Porém, a saída do filme lembrou-me de chamar a atenção para determinados símbolos que aparecem nas pinturas e que nos permitem identificar e compreender melhor as obras-primas da arte ocidental.
Depois de ler o excelente livro de Philip Roth “A Mancha Humana”, resolvi desanuviar um pouco e embrenhar-me no best-seller do momento, que versava assuntos que sempre exerceram algum fascínio sobre mim – os Templários, as sociedades secretas, enfim, o hermetismo em geral.