Foi algo relutantemente que me deixei convencer pelo meu filho de oito anos a acompanhá-lo ao cinema para ver o mais recente filme do “Spider-Man”.A experiência do primeiro foi desagradável. Tudo me pareceu mau, desde o actor principal (aparvalhado até mais não) até à infantibilidade do argumento. Enfim, respirei de alívio quando o filme acabou, fazendo juras que não repetiria a experiência.
Lembrando-me do sucedido, não queria de modo algum aceitar a sugestão de assistir a uma segunda dose do mesmo. Contudo, tentando eu desviar o petiz para um outro filme que não me enfadasse tanto, só encontrei como alternativa o “Harry Potter”. Aí a escolha estava feita, se há coisa que abomino é essa paupérrima criação, tanto em livro como em filme, que dá pelo nome de “Harry Potter”.
Assim, lá fomos ver o “Spider-Man” e, confesso, tive de engolir todos os argumentos negativos que tinha estabelecido a priori sobre o filme. A história muito mais humana e intimista, um toque de esquizofrenia e a espectacularidade dos efeitos especiais, tornaram aquelas duas horas um momento bem passado e quase que esqueci que algum dia tinha detestado o Tobey Maguire.
Enfim, a todos os pais que se encontram a resistir à tentação, deixem-se levar. O filme vale mesmo a pena!
Nos Países Baixos, no séc. XVII, contrariamente ao que sucedia na Itália, França, ou mesmo na vizinha Flandres, os pintores não recebiam encomendas para as igrejas (devido ao protestantismo) e raramente trabalhavam para os palácios. Aquilo que se encomendava, com alguma frequência, eram os retratos. Daí que grande parte das obras de pintura holandesa, deste período, sejam retratos.
Ainda não fui ver (nem sei se irei) o filme “Tróia”. Porém, a saída do filme lembrou-me de chamar a atenção para determinados símbolos que aparecem nas pinturas e que nos permitem identificar e compreender melhor as obras-primas da arte ocidental.
Depois de ler o excelente livro de Philip Roth “A Mancha Humana”, resolvi desanuviar um pouco e embrenhar-me no best-seller do momento, que versava assuntos que sempre exerceram algum fascínio sobre mim – os Templários, as sociedades secretas, enfim, o hermetismo em geral.
Foi inaugurado um servidor de xadrez em português em