Nos Países Baixos, no séc. XVII, contrariamente ao que sucedia na Itália, França, ou mesmo na vizinha Flandres, os pintores não recebiam encomendas para as igrejas (devido ao protestantismo) e raramente trabalhavam para os palácios. Aquilo que se encomendava, com alguma frequência, eram os retratos. Daí que grande parte das obras de pintura holandesa, deste período, sejam retratos.Vermeer não é excepção e praticamente todos os 36 quadros conhecidos do pintor sejam isso mesmo – retratos.
É assim um retrato o quadro recentemente leiloado deste autor pelo valor astronómico de 24,4 milhões de euros. Este valor é tanto mais astronómico dada a pequenez do quadro (sensivelmente do tamanho de uma simples folha A4), a incerteza em que esteve envolvido quanto à autoria e o tema “Jovem Sentada ao Virginal” já recorrente.
Vermeer, que durante muito tempo foi um pintor quase anónimo – o seu nome era comum na época e há vários pintores Vermeer neste período – foi descoberto pelo crítico francês Thoré Bürger, em 1866. A partir daí, o seu legado ganhou relevância e influenciou alguns artistas do século XX.

Ainda não fui ver (nem sei se irei) o filme “Tróia”. Porém, a saída do filme lembrou-me de chamar a atenção para determinados símbolos que aparecem nas pinturas e que nos permitem identificar e compreender melhor as obras-primas da arte ocidental.
Depois de ler o excelente livro de Philip Roth “A Mancha Humana”, resolvi desanuviar um pouco e embrenhar-me no best-seller do momento, que versava assuntos que sempre exerceram algum fascínio sobre mim – os Templários, as sociedades secretas, enfim, o hermetismo em geral.
Foi inaugurado um servidor de xadrez em português em