Há algum tempo atrás, Pacheco Pereira, lançou o repto sobre quais os objectos em extinção no nosso quotidiano. Surpreendentemente, a lista cresceu a um ritmo alucinante, o que nos fez tomar consciência das transformações que se verificam na nossa vida e hábitos diários.
No território da ex-RDA, essa transformação foi bem mais visível e radical. Numa primeira fase, os alemães de Leste desfaziam-se dos objectos do seu quotidiano, como que para esconjurar um passado a roçar o miserável e desprovido dos confortos do Ocidente.
Agora, passada a euforia inicial, desperta uma nostalgia pelos objectos do passado recente. Cada vez se procuram mais os célebres carros “Trabant”, as vespas “Star”, as máquinas de escrever “Erika” e toda uma miríade de objectos que ajudam a manter a memória viva desse passado.
O filme "Good Bye, Lenin!" de Wolfgang Becker também ajudou um pouco a esta nostalgia.
Circulam rumores que os americanos planeiam voltar à Lua.
Entre os séculos IX a XI, o livro, mais do que instrumento do conhecimento, era considerado um acessório de liturgia, como era o altar. Assim, deveria ser ricamente ornamentado.
As cenas representadas destacam aspectos geográficos, logísticos e políticos da campanha e impôs ao escultor difíceis exigências técnicas. Como não possuía inscrições explicativas, a descrição visual tinha de ser tão explícita quanto possível; a continuidade visual tinha de ser mantida sem que a coerência interna de cada cena fosse destruída; a profundidade efectiva do talhe não poderia ser grande - um relevo marcado projectaria sombras que tornariam as cenas ilegíveis de baixo.
Certamente, muito poucos ouviram falar desta jovem e talentosa compositora e violinista.
Ana Baptista sagrou-se Campeã da União Europeia de Sub-14 Femininos em Xadrez. Nunca um(a) atleta português conseguiu um título internacional nesta modalidade. Assim, é com redobrado interesse que assistimos a este feito histórico.
Aproveitei a colecção do “Público” para rever este filme de Pedro Almodóvar.