Condicionalismos vários fizeram com que só este fim-de-semana pudesse ver, em DVD, o último filme de Paul Thomas Andersson, Punch-Drunk Love (2002), traduzido para português por “Embriagado de Amor”.
Apesar de tardiamente, era com expectativa que aguardava a oportunidade de ver o filme, pois desde o surpreendente Boogie Nights (1997) e especialmente após o belíssimo Magnolia (1999), a curiosidade era enorme sobre o que iria fazer aquele que já era sem dúvida um dos mais espantosos realizadores da nova geração.
Após ter colocado a fasquia tão alta, o filme acabou por se revelar muito aquém do esperado. Visto à distância, sem o calor da crítica, afanosa em prestar culto ao realizador do momento, o filme revela-se bem modesto. Modesto, mas não daquela singeleza, que procura na economia de meios a valorização de outros processos e linguagens cinematográficas. Tudo aqui transpira a ‘pose’ mais ou menos premeditada para induzir a simpatia do espectador.
Comigo não resultou!
Não me interessa dar relevo à polémica se a sonda “Voyager 1” ultrapassou ou não os limites do nosso sistema solar. Interessa-me, isso sim, destacar que um objecto fabricado pelo Homem, em 1977, percorreu uma distância de 13, 5 mil milhões de Km, que no seu longo percurso nos forneceu das mais belas imagens dos planetas que visitou no nosso sistema solar, especialmente as imagens de Saturno.
EPC relembra hoje, na sua
Para quem se interessa por astronomia (ou simplesmente pelas coisas do espaço) não pode deixar de comemorar os 40 anos deste observatório. O maior radiotelescópio do mundo, palco de inúmeros filmes (desde aventuras do James Bond ao “Contacto”, passando ainda pelos “Ficheiros Secretos”), povoa a imaginação de todos aqueles espíritos que sonham com os extraterrestres.
Esta madrugada, em Lisboa, os vândalos fizeram das suas, assaltando e apedrejando autocarros e baleando bares. Ciclicamente estas notícias afloram na nossa imprensa, mostrando uma faceta pouco benévola deste nosso pacato país.